sexta-feira, 29 de maio de 2015

OUÇA ATENTAMENTE...



“Quando o sábio não consegue resolver um problema, mais sábio é ouvir uma pessoa que tenha a solução.” 

Ouça os seus pais, ouça o seu cônjuge, ouça os seus irmãos, ouça os seus filhos, ouça os seus avós, ouça o verdadeiro amigo, ouça o seu educador, ouça um bom colega, ouça até o “chato” do seu chefe, pois muitas vezes ele conseguirá enxergar fatos sobre um prisma que você ainda é “cego”. Eu, particularmente, também ouço atentamente os conselhos da Palavra de Deus. É claro que sabemos que existem “conselhos” e conselhos. Tem até um ditado popular que diz que se conselho fosse bom não seria gratuito. Mas estejamos conscientes que não temos toda a verdade, e muitas vezes um conselho é uma verdade que não estamos preparados para ouvir, mas que temos e devemos ouvir para sabermos pegar uma outra “estrada”. Bons conselhos são como placas sinalizadoras:  “Proibido estacionar”, “Rua sem saída”, “Proibido ultrapassar”, “Velocidade Máxima Permitida”, “Pare”... E pense, se autoavalie e tenha em mente que se não obedecermos as placas a multa será pesadíssima. Tenha certeza que as pessoas que realmente te amam e as que gostam de você sempre te alertarão quanto às sinalizações que há no caminho. “Leia” conselhos com a “Máxima Atenção”, pois neste trânsito congestionado chamado "vida",  nem sempre chegaremos aos lugares na hora e no momento desejado e tão sonhado. O congestionamento nos apavora, mas nos faz colocar o pé no freio,  ouvir e refletir... Com certeza, chegaremos em “casa” com a ajuda de Deus, e com o nosso bom senso continuaremos na pista aprendendo nesta “autoescola” como sermos bons motoristas. 


- Dirijam com muito cuidado meus queridos amigos, sempre alerta quanto às “placas” que falam conosco. 


Disse Salvador Dali: “Não me dê conselho. Sei errar sozinho.” Também  disse o  mais sábio dos sábios: “mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio.” (Pv 12.15). Muitas ”lições” não aprenderemos na escola, mas aprenderemos com as pessoas, aprenderemos com a vida!



Isabel Lima
(Foto: Pinterest)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Agora vivemos com o incompleto...


Gememos como se estivéssemos com  dores de parto” ao “som” dos sofrimentos que assolam a humanidade: engano, guerra, fome, peste, terremoto, corrupção, ganância, soberba, ingratidão, imoralidade, insegurança, egoísmo, crueldade, suicídio, homicídio, falta de afeto, falta de amor, etc... Percebemos que a “fotografia do nosso mundo” são tempos difíceis de nele vivermos. Porém, um dia ouviremos a “ultima sinfonia” sendo executada pelo Maestro da vida, e “os sons da eternidade” encobrirão a melodia dissonante e desafinada deste tempo presente.

“Imagino o sorriso geral espalhados por todas as faces ressuscitadas. Penso que haverá também um silêncio: cabeças inclinadas e reflexivas, reconhecendo o propósito de Deus em alguns mistérios desta vida e declarando: “Oh, era este o significado da música!... Agora vivemos com o incompleto, que  pode ser nervosamente dissonante.” (James Long). 

“Agora vemos em espelho, de maneira obscura, então veremos face a face. Agora conheço em parte, então conhecerei como sou conhecido.”(I Co 13.12). Gememos por suspirar por nossa redenção total!.

Isabel Silva e Lima
(Foto tirada do Pinterest)

sábado, 9 de maio de 2015

Um pequenino e grande gesto de afeto...



Aquilo que está presente no “fundo” do coração de uma mãe: a forma de pensar, de sentir e de agir,  será sempre esteriorizado pelos seus atos, em seu cotidiano, dentro de seu lar, ao lado dos seus filhos. Isso permanecerá para sempre na memória deles. Um memorial é um fato memorável, aquilo que é digno de permanecer na memória e será sempre lembrado. Portanto, qual será o memorial que você, mãe, deixará para o seu  filho?

Minha mãe deixou memoriais indeléveis escritos no meu coração! Entretanto, existe um memorial que vem à minha mente quase todos os dias, era um pequenino e grande gesto de afeto: todas as vezes que eu deitava no sofá para assistir um filme, eu terminava cochilando... Ela chegava bem de mansinho, na pontinha dos pés e suavemente me cobria. Sabe como era o nome do filme que eu nunca consegui assistir até o fim?  “Uma filha aquecida pelo coração de uma mãe”.  Alguns anos depois, o nome do filme: “Uma mãe aquecida pelo coração de uma filha.”

Hoje,  faço o mesmo com as pessoas que eu amo, basta vê-las cochilando no sofá e chego eu de mansinho, na pontinha dos pés... 

Você também, Pai, pode ter esse pequenino e grande gesto de afeto para com os seus filhos. O nome do filme? “Uma filho(a) aquecido pelo coração de um pai.” Alguns anos depois: “Um pai aquecido pelo coração de um filho(a).” 

Mães:“Que o Senhor, o  Deus de Israel, sob cujas asas vieste buscar refugio, te recompense ricamente” (Rt 2.12).

Isabel Silva e Lima