terça-feira, 12 de maio de 2015

Agora vivemos com o incompleto...


Gememos como se estivéssemos com  dores de parto” ao “som” dos sofrimentos que assolam a humanidade: engano, guerra, fome, peste, terremoto, corrupção, ganância, soberba, ingratidão, imoralidade, insegurança, egoísmo, crueldade, suicídio, homicídio, falta de afeto, falta de amor, etc... Percebemos que a “fotografia do nosso mundo” são tempos difíceis de nele vivermos. Porém, um dia ouviremos a “ultima sinfonia” sendo executada pelo Maestro da vida, e “os sons da eternidade” encobrirão a melodia dissonante e desafinada deste tempo presente.

“Imagino o sorriso geral espalhados por todas as faces ressuscitadas. Penso que haverá também um silêncio: cabeças inclinadas e reflexivas, reconhecendo o propósito de Deus em alguns mistérios desta vida e declarando: “Oh, era este o significado da música!... Agora vivemos com o incompleto, que  pode ser nervosamente dissonante.” (James Long). 

“Agora vemos em espelho, de maneira obscura, então veremos face a face. Agora conheço em parte, então conhecerei como sou conhecido.”(I Co 13.12). Gememos por suspirar por nossa redenção total!.

Isabel Silva e Lima
(Foto tirada do Pinterest)

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