sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ATÉ QUALQUER DIA...



Um ano...
O coração chora!
Será amor ou será dor? Não sei!
Mas o teu nome eu sei: saudade! 
Saudade de um rosto, de uma voz, de um cheiro, de um gesto...
Presença, sentença, de sentir a ausência
De um amor “paciente, benigno
Que tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”
Um amor que dificilmente falha...

Corro prá Gileade e passo o bálsamo da cura
Pois ali há cura para a minha saudade
Pela fé, vislumbro o dia do reencontro
Ah, dia glorioso!
Dia de esperança...
Dia de arrancar essa doída dor
Dia de ver-te, abraçar-te...
Que alegria!

Até mais...
Até qualquer dia, MÃE!
Que dádiva te amar!
Fui agraciada por Deus, por você muito me amar.

(Isabel Lima)


(Imagem tirada da internet)