terça-feira, 30 de outubro de 2012

O APÓSTOLO PAULO CORRIGIU ABUSOS QUANTO AO USO DAS LÍNGUAS ESTRANHAS PARTE - IV

a) Línguas, como sinal do batismo com o Espírito Santo:

- Línguas dirigidas a Deus:
“Pois o que fala em língua não fala aos homens, senão a Deus. “Com efeito,  ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”

- Edifica-se a si mesmo
“Pelo que, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. Pois se eu orar em línguas, o meu espírito ora, de verdade, mas o meu entendimento fica sem fruto... (I Co 14.14)

- Não edifica o outro
“Em verdade tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado." (I Con14.17)

- Tom de voz
. Alto quando do recebimento do batismo: “Correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão... todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.” (At 2.6,11)
. Baixo, fora do âmbito do batismo: O crente dever controlar-se e falar consigo mesmo ( Co 14.28). “A energia sai furiosa da Usina de Forna, mas chega mansinha em sua casa... o poder de Deus quando vem sobre o homem, não podemos imaginar o que ele pode fazer. Devemos exercitar o falar em línguas, mas não podemos deixar de estudar a Bíblia para haver o  equilíbrio” (Pastor Antonio Gilberto). As orlas do manto do Sumo sacerdote eram adornadas com campainhas de ouro e romãs azuis que se alternavam.  As  romãs equilibravam o barulho da campainha.

Dentro do contexto acima as línguas estranhas como sinal dever ser usada de modo limitado, quando o crente estiver a sós com Deus, ou quando estiver com outros em momentos de adoração.

Deve-se parar de falar em línguas, quando alguém estiver sendo usado por Deus com uma mensagem profética e quando a mensagem da Palavra de Deus estiver sendo pregada. É errado interromper o pregador com línguas estranhas. Deus é Deus de ordem (I Co 14.40). (Saudoso Pastor Valdir Nunes Bícego).

b) Línguas, como dom de variedade de Línguas

- Esteja calado se não houver interprete, ou fale consigo mesmo ou com Deus: “Se alguém falar em línguas, faça-se isso  por dois, ou quando muito três, e por sua vez , e haja interprete.” (I co 14.27).  Aqui trata-se do dom de variedade de línguas., por isso da necessidade de interprete.

- Tom de voz:
. Alto: se houver interprete, para que todos ouçam.
. Baixo: se não houver interprete: “ (I Co 14.28)
. Limitação: no máximo três mensagens profética por culto “Se alguém falar em línguas, faça-se isso  por dois, ou quando muito três.” (I Co 29).

- Ordem: “uns depois dos outros” (I Co 14.31)

- Julgamento: “E falem dois ou três profetas e os o outros julguem.” (I Co 14.29)
“Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.” ( I Co 14.32).

Crentes e igreja podem ser edificados tanto individualmente quanto coletivamente, no uso correto das línguas estranhas, por isso devemos buscar o batismo no com o Espírito (Ef 5.18), pois este é a porta de entrada para os demais dons, inclusive do dom de variedade de línguas, que nosso bondoso Deus tem agraciado a sua amada Igreja,  Sempre deverá haver a  disciplina na casa de Deus segundo a sua Santa Palavra:  “Faça-se tudo com decência e ordem.” (I co 14.40). Devemos “procurar com zelo os melhores dons, e Deus nos mostrará um caminho  mais excelente.” (I Co 12.31): O caminho do amor: “Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tive” ( I Co 13.1).

Batismo com o Espírito Santo: A maior benção que Deus preparou para os cristãos. Assim como para as pessoas que não creem em Jesus, é primordial elas crerem no Filho de Deus, já para os que creem em Jesus, a experiência mais importante é receber o batismo no Espírito Santo.

Como filhos do amado Pai, que  não negligenciemos esta dádiva divina que Ele  nos tem concedido pela sua graça,  que possamos ser cheios da plenitude do Espírito Santo de Deus em nossas vidas, tanto para a nossa edificação pessoal quanto a nossa edificação coletiva, para que possamos cumprir a tarefa de evangelizarmos Jerusalém, Judeia, Samaria e também os confins da terra. Aleluias!


Maria Isabel da Silva Lima
FONTE:
- BIBLICA SAGRADA de Estudo Pentecostal
- Lições Bíblicas. Verdades Pentecostais. CPAD. 1o. trimestre 1998.
- Lições Bíblicas. A Pessoa e a Obra do Espírito Santo. CPAD. 1º. Trimestre de 2004.
- BANCROFT, E.H. Teologia Elementar. Imprensa Batista Regular. 1992.

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