terça-feira, 24 de abril de 2012

Voarei, ao encontro do Amado!

Aos olhos humano ela é dolorosa
Ao olhos de Deus ela é preciosa
Digo porém, ela é poderosa!

Ferroa sem piedade
É uma calamidade, saudades...
Muito sofrido, sem colorido.

Ás vezes chega  de mansinho
Bem devagarinho e suavemente
Apanha uma flor.

Também pode chegar de repende
Abruptamente...
E rapidamente cortar uma flor.

Seja da forma que for...
Estarei no Paraíso
Confortável, descansado...
Em um jardim encantado
Passeando...
De mãos dados com o Amado. 

Viver é um dom divino
Porém, não me desespero
Sei  que um dia eu subirei
E em seus braços "dormirei"
Sossegarei...

Talvez eu não a enfrentarei,
Pois transformado serei,
Como um anjo voarei,
Ao “encontro” do meu Rei!

"Dormindo" ou acordado,
Anseio estar com o Amado,
Haendel, bem que entendeu,
O “mestre dos efeitos” escreveu:
“Pra Sempre e sempre...
Aleluia, Aleluia!”
Amém.

Um paradoxo,
Quem diria?
Por isso, não chores...
Consolai-vos com estes versos
Agora, de um simples mortal
Mas um dia, imortal!


"Melhor é o fim das coisas do que o principio delas" (Ec 7.8)
"Onde está, ó morte o teu aguilhão" (I Co 15.55) 

Maria Isabel da Silva Lima
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