sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

É NATAL! JESUS, JESUS, JESUS, JESUS...

Como dizer, simplesmente, “feliz aniversário Jesus!”,  para àquele que vive no céu, assentado à destra de Deus, onde reina a própria felicidade?

Como dizer “feliz aniversário” para o Filho de Deus que trouxe à humanidade um “reino” de felicidade, de alegria, de paz, de consolo e de amor?...

Dizer: feliz aniversário Jesus, é pouco, muito pouco... A palavras não alcançam, são fracas, pobres... Entretanto, o “coração explode” dentro do peito, quer saltar, gritar, anunciar para o mundo o quanto Jesus é magnífico, o quanto Jesus é especial, o quanto Jesus é singular...

O Espírito Santo nós move, o coração se acalma, as lagrimas brotam,  os joelhos se dobram: agradecemos, adoramos...  Somente conseguimos dizer, baixinho: Jesus, Jesus, Jesus, Jesus...

Com os joelhos dobrados, com os olhos marejados, agora, sabemos sussurrar e podemos dizer, impulsionados pela graça de Deus: Feliz aniversário Jesus Cristo! Feliz aniversário “Filho de Deus!” Feliz aniversário,  nosso Senhor e nosso Salvador! Feliz aniversário! Feliz aniversário!...

É Natal! Jesus, Jesus, Jesus, Jesus...  É Natal! Jesus, Jesus, Jesus, Jesus... É Natal! Jesus, Jesus, Jesus, Jesus...

“Tentei escrever-te palavras... mas, faltaram-me palavras -  Teu  amor é constrangedor,  JESUS!  (II Co 5.14)... Somente através de  Palavras de Graça, conseguirei usar a pena e desenhar no papel as letras da Mensagem da Cruz”. (Isabel Lima)

FELIZ NATAL FELIZ!

Maria Isabel da Silva Lima

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

ADORADOR, DEUS PROCURA VOCÊ!

O homem é um adorador por excelência! Ele sente a necessidade de Deus, ele procura Deus em todas partes e em todos lugares, entretanto, devido  a esta necessidade de encontrar Deus, e esta sede de Deus, ele apressado,  pega  atalhos que não o levarão ao verdadeiro Deus, mas sim, que o levarão a outros deuses.

Existe um ditado que diz: “Todos os caminhos levam a Deus," no entanto, isso não é uma verdade,  pois somente. Jesus leva o homem a Deus! “Eu sou o caminho, a verdade e vida. Ninguém vai Pai, senão por mim”. (Jo 14.6).

Jesus conduz o homem a Deus e preenche o vazio de sua alma. Jesus quer ocupar o lugar do seu coração que pertence somente a ele,  nada e ninguém consegue preencher este vazio: nem o cônjuge, nem os filhos, nem o dinheiro, nem a beleza,  nem a inteligência, nem os cursos  acadêmicos, etc. Somente Jesus completa esta lacuna da alma que necessita de um Deus verdadeiro para adorar.

Jesus quer entrar, hoje, em seu coração: “Eis que estou a porta, e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap 3.10). Jesus é gentil, e um gentleman! Ele não invade a usa vida, como Satanás o faz. Ele, suave e delicadamente bate à porta do seu coração, você ouvirá a sua voz, mas terá o livre arbítrio de abrir ou não, pois somente entra em sua “casa” quem é convidado, quem você permite. Portanto, convide e permita  Jesus  entrar em sua “casa”, hoje,  e Ele te dará descanso, refrigério, para a sua alma cansada e abatida, te levará à pastos verdejantes, não precisa temer! Ele estará do seu lado, te consolará, prepararás uma mesa perante os teus inimigos e ungirá a sua cabeça com óleo precioso, que descerá sobre a sua vida e cicatrizará todas as suas feridas, e a bondade de Deus e o seu amor te seguirão todos os dias de tua vida (Sl 23).

Adorador, Deus procura você! Ele procura “verdadeiro adoradores, que o adorem em espírito e em verdade”.  (Jó 4.22-24). “Adore o “Rei eterno, imortal, invisível, ao único Deus, seja honra e glória para todo sempre. Amem”. ( I Tm 1.17)

Você, meu caro amigo,  leitor e  adorador, que  leu esta mensagem, sinta Deus te procurando, e  hoje, te achando...

Isabel Lima

terça-feira, 20 de novembro de 2012

CONSCIÊNCIA HUMANIZADA

Para Deus, não há distinção entre  negros e brancos, homens e mulheres, pobres e ricos, altos e baixos,  gordos e magros,  sábios ou tolos, etc. Para Deus existe eu, existe você, existe nós - Seres Humanos - criados à sua imagem e semelhança, “coroado  de glória e de honra”. “O Senhor  não vê como vê o homem. O homem olha para o que esta diante dos olhos, porém Deus olha para o coração.” (I Sm 16.7).

A óptica humana é completamente diferente da óptica divina. A  visão humana é limitada,  alcançamos somente o óbvio, enquanto a visão Divina  alcança o “infinito”, alcança o coração, alcança a alma humana...

Que possa haver em nós, principalmente os cristãos, o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus (Fp 2.5): homens humanizados, homens que enxergam o seu próximo como "Seres Humanos" e sejam  simplesmente “humanos”,  para com o seu semelhante, para com o seu irmão...

 “Todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus,... Desta forma não há judeu nem grego, não há servo nem livre, não há machos e nem fêmeas, pois todos vós sois um em Cristo Jesus (Gl 3.26,28).

Que possamos nos completar como irmãos, nos respeitar como bons cidadãos e fazer valer o direito do branco, do negro, do pobre, do rico, do gordo, do magro, do alto, do baixo... Que possamos enxergar “além” do que os nossos físicos conseguem visualizar, que possamos enxergar com os “olhos” do nosso coração, e somente assim conseguiremos  valorizar esta "bela pintura", esta obra prima do Criador -  O Homem – Um Ser Humano - que necessita ser respeitado como pessoa, como cidadão, como gente, como "humano"!   Que os homens tenham harmonia e uma Consciência cada dia mais Humanizada!

Jesus veio remover todas as  todas as distinções étnicas, racionais, nacionais, sociais e sexuais.Que possamos aprender com o nosso Mestre!

Maria Isabel da Silva Lima

TEMPO DE RESTITUIÇÃO NA VIDA DE MEFIBOSETE - PARTE II

Tempo de Restituição na vida de Mefibosete

Havia um pacto, um pacto de amor, feito a muitos anos entre dois amigos: Jônatas, pai de Mefibosete e Davi, agora,  o Rei de Israel. (I Sm 20.14). Mefibosete nada sabia sobre este juramento, mas o Rei Davi jamais se esqueceu deste pacto:  “Usar da   benevolência a qualquer remanescente da família de Saul, por amor de Jônatas”.

Davi agora próspero, lembra-se do solene juramente e pergunta a um dos servos da casa de Saul: “Não há ainda alguém da casa de Saul a quem eu possa mostrar a bondade de Deus?” (II Sm 9.2). Ziba, o servo, responde ao rei: “Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés”. (II Sm 9.3).

- Davi manda buscar Mefibosete
Davi não se importou com o detalhe do moço ser “aleijado”, mas mandou trazer o moço de Lo Debar,  ele o trouxe de volta para o palácio (II Sm 5), acalmou o coração do moço, dizendo “Não temas”.  (II Sm 9,7).

Mefibosete obedeceu humildemente ao chamado do Rei
Com muita humildade e “envergonhado” Mefibosete compareceu à presença do Rei Davi. Temeroso, chegou perante o Rei e o ouviu falar sobre um “PACTO”, uma aliança que havia entre ele e seu pai, e que  agora iria beneficiá-lo. Tudo o que ele havia perdido seria restituído.

Ele, um “deficiente”, um “perdedor”,   quem era ele para ser agraciado com tamanha bondade? Ele era somente um jovem  coxo, sem saúde, sem família, sem bens, sem status, sem estima, que vivia longe de Jerusalém, longe do Rei, vivia no deserto, em uma terra seca, inóspita, terra árida, onde havia muita miséria,  muito sofrimento, muita pobreza e muitos doentes... Mefibosete se achava indigno de tal beneficência.

Entretanto, Davi toca o  coração de Mefibosete quando pronuncia alegre e suavemente o seu nome: “Mefibosete!”   (II Sm 9.6), Ele humildemente prostrado,  com  o rosto em terra  responde ao rei Davi: “Teu servo”  (II Sm 9.6). O coração do Rei exultou, O “servo” mesmo não se achando merecedor, aceitou a benevolência, que era resultado de um pacto solene de um juramento de amor.

- Davi acolheu Mefibosete como um  filho
Agora Mefibosete ganhara uma “nova’ família: um novo pai, novos irmãos, novos tios, novos sobrinhos:  “Assim mefibosete comeu à mesa de Davi como um dos seus filhos” ( II Sm 10.11).

- Davi restituiu a Mefibosete os bens de sua família
Tudo o que pertencia a Saul e a toda a sua casa, Davi restituiu a  Mefibosete (II Sm 9.7,9). Mefibosete agora tinha pessoas para o servir. (II Sm 9.12).

- Davi restitui a Mefibosete o status, a honra, a dignidade
Sua posição social foi recuperada, fez o moço  assentar-se à sua mesa, junto com os príncipes, como um dos filhos do Rei,. Ele voltara a conviver no palácio com o Rei, com os príncipes,  com os nobres.

Mefibosete tinha consciente que era indigno de tanta bondade,  sabia que a casa de seu pai era digna de morte,  porém ao invés da morte, veio “vida”, a bondade, a esperança, o amor do coração generoso  de um bondoso Rei. ( II Sm 19.28).

A estima de Mefibosetei  é valorizada
Agora Mefibosete “se cuidava”: cuidava dos pés doentes,  cuidava de sua  barba,  lavava as suas vestes, etc. (I Sm 19. 24). A estima era outra, não mais um “cão morto”, mas um “príncipe” entre os príncipes, “Filho” do Rei!

Mefibosete, sou eu, é você, somos nós...
Mefibosete nasceu “perfeito”, mas perdeu esta perfeição ao cair do colo de sua babá, não diferente foi o homem que Deus criou, Ele o  criou  reto, santo, perfeito: “Façamos o homem a nossa imagem, conforme a  nossa semelhança”. (Gn 1.6). Porém,  “os homens buscaram muitas astúcias” (Ec 7.29). O homem também “caiu”  e perdeu esta semelhança com o seu Criador.

O Homem perdeu semelhança com Deus quando o desobedeceu
Por livre arbítrio, o homem desobedeceu a Deus, e, perdeu a perfeição, a santidade, na qual fora criado. Nós, seres humanos, nos tornamos “deficientes”, “morremos” (Gn 2.16.17), nos separamos do nosso Criador, ficamos longe de Deus, “envergonhados”. Assim com Mefibosete, nos vimos num “deserto”,  numa terra assolada, sozinhos,  doentes, temerosos, sem comunhão com Deus, sem paz, sem esperança, sem amor, sem salvação, sujos, imundos, “doentes” pelo pecado: “Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, contusões e chagas podres, não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo”. (Is 6.6).  Perdemos tudo! Ficamos “miseráveis, pobres, cegos e nus”.

Pacto de Amor entre Deus e a Humanidade
Mas, Deus,  por sua infinita bondade, por puro amor, nos procurou, nos buscou de Lo Debar e não se importou  com as nossas imperfeições, nos chamou pelo nosso nome: Isabel!  Maria! Marta! Leonardo, Vinícius! Ruth! Wilson! José! Raquel!... Fomos tocados e humildemente,  atendemos o seu chamado,  fomos ao encontro do “Rei”, nos prostramos,  e fomos beneficiados por Ele por causa de um PACTO DE AMOR. Um pacto de amor entre Deus e a Humanidade! Não éramos dignos, não somos dignos de usufruirmos de “tal” pacto, pois continuamos “deficientes”, imperfeitos, mas o amor de Deus nos acolheu, cobriu  todas as nossas imperfeições, todas as nossas transgressões, nos limpou, “nos cobriu com vestes de salvação, com o manto de justiça” (Is 61.10).  Amor imensurável! Uma dádiva  para o ser humano, através de Jesus Cristo: “Porque Deu amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito,  para que todo aquele que  nele crê não pereça,  mas tenha a vida eterna”. ( Jo 3.16).

Éramos dignos de morte, mas imerecidamente ganhamos a “vida”.
Hoje, “feitos’ filhos de Deus, temos sidos abençoados, “com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” (Ef 1.3), Temos um Pai, fazemos parte de uma nova família, a família de Deus, temos riquezas: comunhão,  paz,  perdão,  bondade,   amor,  salvação... Deus nos restituiu tudo o que havíamos perdido. Agora, estamos assentados, mesmo “coxos’, “deficientes” e imperfeitos, à mesa com o Rei Jesus! Hoje, através de Jesus Cristo, podemos dizer: “Aba, Pai”, Paizinho! Logo somos também “herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo”). (Gç 4.6).  Fomos chamados de Lo Debar, de um lugar sem pastor, sem pastor, para pastos verdejantes, Estamos em “Jerusalém’, de volta ao Palácio Real, estamos assentados  à mesa com o Reis dos reis e Senhor dos senhores – Jesus Cristo,  o Filho de Deus! Nosso bom Pastor! Aleluia!


Maria Isabel da Silva Lima
Copyrigh
Fonte:
Bíblias: Estudo Pentecostal, Vida Nova,  Thompson, Explicada
O Novo comentário da Bíblia. ed. Vida Nova.
HALLEY, H. Henry. Manual Bíblico. ed. Vida Nova.


TEMPO DE PROSPERIDADE E TEMPO DE PERDAS NA VIDA DE MEFIBOSETE - PARTE I

Tempo de Prosperidade na vida de Mefibosete

Mefibosete, seu nome significa  “vergonha destruidora”, ele pertencia a tribo de Benjamim.

- Mefibosete tinha uma família
Tinha avô, tinha pai, irmãos, tios, primos, etc.

- Mefibosete tinha saúde
Nasceu com saúde, fisicamente perfeito.

- Mefibosete tinha bens
Sua família, como toda família de pessoas nobre, tinham prosperidade: terras, casas, servos, riquezas, etc.

Mefibosete tinha status
Nasceu rico, em um palácio, numa família real: era neto de Rei e filho do príncipe  herdeiro do Trono de Israel, provavelmente, um futuro brilhante o aguardava. Mas os tempos mudam na vida das pessoas: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: Há tempo de nascer, e tempo de morrer...tempo de chorar e tempo de irir... tempo de buscar e tempo de perder...Tudo fez formoso a seu tempo’. ( Ec 3. 1-11). Agora,  na vida de Mefibosete, chegou o tempo das perdas...


Tempo de perdas na vida de Mefibosete

- Perdeu a Família
Na guerra contra os filisteus perdeu parte de sua família: perdeu seu avô, o rei Saul, perdeu seu pai, Jônatas, seus dois tios: Abinadabe e Malquisua. Tempos depois, os gibeonitas enforcaram mais sete pessoas de sua família. (II Sm 21.1-14).

- Perdeu a Saúde
Ficou coxo muito pequeno, devido a um queda:  “Era da idade de cinco anos quando as noticias de Saul e Jônatas chegaram de Jezreel. A sua ama o tomou, e fugiu, mas apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo” (II Sm 4.4) .

-  Perdeu os status
Saiu do palácio e foi levado para uma cidade chamada Lo Debar (Lugar sem pasto), na cidade de Manasses, da outra banda do Jordão,  lugar bem longe, onde havia sequidão e miséria, os habitantes eram todos mendigos ou doentes

-  Perdeu os bens
Saul, seu avô, reinou 40 anos sobre Israel, agora o reino passou para as nas mãos de Davi, assim também como os terrenos, casas, servos, servas, riquezas e tudo  mais... f(II Sm 7,9,10). A casa de Saul se enfraqueceu e a casa de Davi se fortaleceu no poder. (II Sm 3.1) Agora, Mefibosete, um descendente da família real,  vivia em Lo Debar de favor,  na casa do Maquir, um rico proprietário.

- Perdeu a estima 
As perdas sofridas, as mortes, a doença, o deserto, deixou o moço profundamente  complexado. Seu estado psicológico e emocional ficaram abalados. Haja  alma humana para suportar tantas perdas, para suportar tamanha dor.  Se via como um “cão morto” (II Sm 9.8), um insignificante. Mas, Deus decidiu mudar o “cativeiro” do  jovem Mefibosete, e usou seu servo, o Rei Davi, para abençoa-lo. Deus haveria de restituir tudo que ele havia perdido. Chegou o tempo de cantar, de abençoar, de rir, de se alegrar!

Continua...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

QUANTOS DE NÓS, AINDA, SOMOS ANALFABETOS FUNCIONAIS?


14 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO

Como EDUCADORA , este é um dia especial!


O QUE É UM ANALFABETO FUNCIONAL?

1) É a denominação dada à pessoa que, mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frases, sentenças, textos curtos e os números, não desenvolve a habilidade de interpretação de textos e de fazer as operações matemáticas.

2) Também é definido como analfabeto funcional o individuo maior de quinze anos e que possui escolaridade inferior a quatro anos, embora essa definição não seja muito precisa, já que existem analfabetos funcionais com nível superior de escolaridade.


QUAIS DOS NÍVEIS NOS ENCAIXAMOS?

Nível 1 – ALFABETIZAÇÃO RUDIMENTAR: leem e compreendem títulos de textos e frases curtas; sabem contar, têm dificuldades com a compreensão de números grandes (Ex. 123.000.000.000,00) e em fazer as operações aritméticas básicas (somar, subtrair, multiplicar e dividir.

Nível 2 - ALFABETIZAÇÃO BÁSICA: leem textos curtos, mas só conseguem extrair informações esparsas no texto e não conseguem tirar uma conclusão a respeito do mesmo; e também conseguem entender números grandes, conseguem realizar as operações aritméticas básicas, entretanto sentem dificuldades quando é exigida uma maior quantidade de cálculos, ou em operações matemáticas mais complexas.

Nível 3 - ALFABETIZAÇÃO PLENA: compreende aqueles que detêm pleno domínio da leitura, escrita, dos números e das operações matemáticas (das mais básicas às mais complexas).


SERÁ QUE SOMENTE O TIRIRICA É ANALFABETO FUNCIONAL NO BRASIL?
Muitos brasileiros riram às custas do Deputado eleito,  Franscisco Everdo Oliveira Silva (PR),  o Tiririca. Segundo o Instituto de Medicina Social e de Criminologia, ele foi apontado como analfabeto funcional, havendo dificuldade de interpretar textos, compreender números e ter um vocabulário pobre, etc. Entretanto, devido a sua dedicação, e para surpresa de muitos, ele foi eleito um dos melhores Deputados do ano.

APENAS 25% DA POPULAÇÃO DO BRASIL SE ENCAIXAM NO NÍVEL 3 DA ALFABETIZAÇÃO PLENA
Apenas 1 (um) a cada 4 (quatro) brasileiros  são plenamente alfabetizados,  ou seja,   25% da população - 50 milhões - se encaixam no nível 3,  o restante - 150 milhões de brasileiros - se encaixam como analfabetos e nos níveis 1 e 2 de alfabetização.

“Um País é pobre, educacionalmente, quando os seus cidadãos "manquejam" sobre o caminho das letras”. (Isabel Lima)


FONTE:

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ONDE ESTÃO OS MORTOS?

Esta é a grande pergunta que inquieta a   humanidade, independente da sua cultura ou de sua religião, seja o homem pagão, ateu, cristão, etc,  todos têm sede de saber sobre o que acontecerá após a morte. “Morrendo o homem, tornará a viver?” (Jó14.14).  Esta pergunta básica que muitos não conseguem responder, poderemos encontrar a sua resposta na Palavra de Deus, a regra de fé e vida de todo cristão.

Ao estudarmos a  Escatologia, “Doutrina das últimas coisas”, o mistério é descortinado à luz da Bíblia,  traz consolo e esperança aos corações tristes, pois temos a certeza que um dia reencontraremos novamente nossos entes queridos que já “dormem” nos braços do Senhor.  (I Ts 1.14)

Porém, neste período intermediário,  entre o falecimento e a ressurreição, onde se encontram os mortos?

O lugar temporário dos mortos
Hoje, quando o homem morre, ele ainda não segue diretamente nem para céu e nem para o inferno,  Ele vai para um lugar temporário: chamado Sheol/Hades ou Paraíso, entretanto, nem sempre foi desta forma.

ANTES DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

1. Mortos Justos
  Corpo (parte material/homem exterior),  seguia para a sepultura
  Espírito e a alma: (parte imaterial/homem interior) desciam para o “Seio de Abraão.
2. Mortos Ímpios
. Corpo – seguia para a sepultura
.   Espírito e a alma – desciam para o Sheol/Hades (Lc 16.22,23)
Obs.: Havia um grande abismo entre os mortos justos e os mortos injustos: "Parábola do rico e Lázaro".  (Lc 16.26).

APÓS A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

1. Mortos Justos
. Corpo – segue para sepultura
. Espírito e alma – sobem para o Paraíso, e aguardam a primeira ressurreição (Ap 20.6) no dia do arrebatamento da Igreja, quando os mortos justos serão ressuscitados, para a vida eterna (Dn 12.2/Jó 5.29).

Jesus, após a sua morte esteve três dias e três noites no seio, no coração da  terra (Mt 12.40), nesta descida ao Hades, Cristo efetuou uma grande e permanente mudança na região que ficava os salvos, Ele transferiu os mortos justos, do Sheol ou Hades para a regiãos celestiais, isto é, o Paraíso (Ef 4. 8-10; Mt 16.18).

2. Mortos Ímpios -
. Corpo segue para a sepultura
. Espírito e a alma – Contínua descendo para o Shel/Hades, aguardando a segunda ressurreição, para vergonha e desprezo eterno (Dn 12.2), no Juízo Final, o Grande Trono Branco, o último julgamento do humanidade. (Ap 20.11-15), isso acontecerá depois do Milênio (Ap 20.5). 

Alguns Esclarecimentos:

- O homem é ser um ser tríplice  (I Ts 5.23)
Ele compõe-se de duas substancias: material e imaterial
- material: corpo – homem exterior
- imaterial: espírito e alma - homem interior
“Ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia”. (II Co 4.16)

- A morte é uma realidade
Todos os seres humanos estão sujeitos à morte. A morte é resultado do pecado (Gn 2.16,17/I Co 15.21/ Tg 1.15).  No grego a palavra morte é “thanatos”, que significa “separação”.  A morte separa as partes material (corpo) da parte imaterial (espírito e alma) do ser humano.

- O Sheol/Hades – O mundo invisível dos mortos ímpios
É a habitação provisória dos mortos. Tanto o Velho como o Novo Testamento falam desde “inferno”, sendo em hebraico Sheol e em grego Hades. Ambas as palavras significam o “mundo invisível” dos mortos, é o lugar temporário para onde vai a alma e o espírito dos mortos ímpios,  aguardando o seu destino final (morte eterna). O Apóstolo Paulo descreve esse lugar como “as regiões inferiores da terra” (Ef 4.9). É um lugar de tormento (Lc 16.25)

- O Seio de Abraão - Era o lugar dos justos
É um compartimento do Sheol/Hades, hoje está vazio. O Sheol é dividido em três compartimento: Lugar dos justos,   lugar dos injustos e o Grande que abismo, que tem um poço, que é a prisão dos anjos caídos e dos espíritos maus (II Pe 2.4; Jd 6; Ap 9.1-6)

- O Paraíso
É uma palavra de origem persa e significa uma espécie de Jardim. O Apóstolo Paulo foi arrebatado até ao terceiro céu, isto é, ele foi ao Paraíso. (II  Co 12.1-4), nas regiões celestiais. O Paraíso esta na presente de Cristo (II Co 5.8; Fp 1.23)  O Paraíso é um lugar de consolo (Lc 16.25), de almas conscientes e de posse das faculdades mentais (Ap 6. 9,10).

- As ressurreições
A Bíblia confirma que “há de haver ressurreições tanto de justos como de injustos (At 24.15). A Primeira Ressurreição abrangerá os mortos desde a época de Adão até o Arrebatamento da Igreja. A segunda ressurreição abrangerá os mortos de todas as épocas, desde Adão ate o grande dia do Juízo Final. As duas ressurreições estão separadas entre si, por um período de tempo de pelo menos  mil e sete anos (1007). Haverá o arrebatamento da Igreja em seguida, um período de sete anos da Grande Tribulação, após isso vem a Dispensação Milenar (1000 anos), e após o Milênio que /haverá o Grande Trono Branco (Juízo Final), onde se dará a segunda ressurreição.

Um dia todos morremos, ou seremos transformados, caso estejamos vivos no arrebatamento da Igreja, Porém, assim como temos a certeza da morte, temos que ter  a convicção da ressurreição. É promessa de Jesus Cristo, Reis dos Reis e Senhor dos Senhores,. Ele foi preparar-nos um lugar (Jó 14.2). Portanto,  consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (I Ts 4.18).

Maria Isabel da Silva Lima
Fontes:
Bíblia de Estudo Pentecostal
OLSON. N.Lawrence. O Plano Divino através dos Séculos. CPAD. 180. ed.. 1998
PEARLMAN. Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. ed. Vida. 1970
GILBERTO. Antonio. Apostila. Escatologia Bíblica, Deus revela o futuro.
BICEGO. Valdir Nunes. Apostila: Escatologia, Doutrina das Ultimas Coisas
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O CÉU - SENDO “VENDIDO” POR MIGALHAS



A Igreja do século XVI vendia a salvação
“Ao tilintar da vossas moedas no fundo da caixa, as almas de vossos amigos saem do Purgatório e entram no céu”. Esta era a forma que a Igreja do século XVI tinha para vender a salvação para o povo, para abrandar a pena do Purgatório e garantir-lhes um lugar no céu.

O dinheiro das indulgências eram repartidos
 Desta forma,  o frade  Johan Tetzel “vendia” o céu. Bastava comprar “certificados”, assinados pelo papa, pelos quais se oferecia o perdão de todos os pecados a quem comprasse para si e seus amigos, dispensando-se a confissão, o arrependimento, a penitencia ou a absolvição do padre. O dinheiro era repartido entre os banqueiros da época, o Papa e o vendedor.

As indulgências surgiram na Igreja do século IX, e foi generalizada o seu uso, tão logo perceberam que eram muito lucrativas.

Um Professor de Teologia, com um documento em uma mão e um martelo em outra,  protesta indignado
Porém, um Sacerdote Agostiniano,  Professor germânico, que lecionava na Universidade de Wittemberg, graduado Doutor em Teologia e Doutor em Bíblia,     muito indignado,  discorda com tais práticas adotada pela Igreja de sua época. Seu nome? MARTINHO LUTERO, (1483-1546), depois de Jesus e Paulo, o “maior” homem de todos os tempos. Figura central da REFORMA PROTESTANTE.

Com um documento em uma mão e um martelo em outra, protestou afixando na porta do Castelo de Wittemberg uma lista com 95 teses, condenando erros e pecados da Igreja, sua avareza e seu paganismo. Igreja desvirtuada da Bíblia Sagrada, do Evangelho genuíno, da forma singela de ser da verdadeira Igreja Primitiva. Foi excomungado pelo Papa Leão X, e condenado pelo “Santo” Império Romano como um fora da lei.  Muitos queriam a sua morte, mas foi salvo graças ao seu  amigo, Frederico, o sábio,   que o levou para o Castelo de Wartburg,  onde traduziu a Bíblia para a língua alemã.

“O Justo viverá pela fé”
Martinho Lutero que havia se submetido a todas as formas de jejuns e disciplinas, e inventou outras, afirmando que:  “suportou tais angustias quais ninguém pode descrever”, para “ganhar” o céu, para obter a salvação através de  meios próprios, porém,  agora é condenando como herege por não aceitar ritos, sacramentos e penitencias para se obter a salvação. .

Um dia quando ensinava a epístola aos Romanos ele se deparou com a versículo  17 do primeiro capítulo: “O justo vivera pela fé”, ele creu em Cristo como o seu justificador,  compreendeu  que a  justiça de Deus era Cristo, seus olhos se abriram e pode ver que o método era divino e não humano, viu que era  Deus quem justificava o homem pecador, pela fé em Jesus Cristo, e assim o "declarava justo. "  Assim, ele havia encontrava o descanso tão almejado, e pode dizer: “Esta expressão de Paulo tornou-se para mim a plena verdade, uma porta para o paraíso”.

Martinho Lutero lutou em prol de um Evangelho fundamentado nas Escrituras
Lutou em prol de uma Igreja “sadia’, sem erros doutrinários, lutou em prol de uma fé genuína. Mas, infelizmente hoje  muitas igrejas ditas “evangélicas” têm se tornado parecidas com a Igreja Imperial, com outra “natureza”, outra essência, uma instituição muito diferente da Igreja Perseguida dos séculos 3º. e  4º.

“Obreiros” fraudulentos, envolvem o cristianismo num sincretismo religiosos  
Prega-se um “outro evangelho”, o “evangelho das misturas”: misturam cristianismo, catolicismo,  espiritismo, candomblé, misticismo, superstição, filosofia, etc, vemos um "evangelho" manipulador, com  práticas obscuras para "ganhar":: “vendem” a salvação, "vendem" o céu... Reforma Urgente!!!
“Maravilha-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, mas há algum que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema...de novo também vo-lo digo... seja anátema”. (Gl 1.6-9)

Obreiros fraudulentos, mercenários, que   lesam os crentes, espoliam, enganam, iludem, mentem... “homens ímpios que, convertem em dissolução a graça de Deus... apascentam-se a si mesmos sem temor”.  (Jd 4, 12).

SOLA SCRIPTURA - Somente a Escrituras;
SOLA GRACIA - Somente a Graça;
SOLA FIDE - Somente a Fé;
SOLUS CHRISTUS - Somente Cristo; 


Que Deus tenha misericórdia de sua IGREJA do século XXI,  que Ele continue a levantar “Martinhos Luteros”, sem medo de enfrentar desafios, sem medo de refutar doutrinas desvirtuadas das Santas Escrituras, com coragem para ensinar a Palavra de Deus, para pregar o verdadeiro Evangelho,  para levar as boas novas, que realmente conduzirá os salvos às mansões celestiais.


Martinho Lutero, talvez observando os castelos terrestres, teve por mais precioso e seguro o seu “Castelo Divino" – Deus!
“Defende-nos Jesus, o que venceu na cruz... E nada nos assustará, sim Cristo por defesa. Se temos de  perder, filhos, bens, mulher, embora a vida vá, por nós Jesus está, e dar-nos a seu reino“ . (Castelo Forte) . Com certeza, hoje, os Teólogos da Prosperidade não entoam este hino, pois eles não aceitam perdas, somente lucros, eles  "podem tudo" naquele que os fortalece, rsrs. 

Este hino foi composto por Martinho Lutero, em 1529.  Martinho era convicto que a sua esperança permaneceria mesmo em meio às perdas, às aflições. Este hino foi chamado a "Batalha de Lutero", o texto é baseado no Salmo 46, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza” . SOLI DEO GLÓRIA!



O maior hino, do maior homem, do maior período da história da Alemanha”. (James Moffatt)

DIA DA REFORMA PROTESTANTE - 31 DE OUTUBRO

Maria Isabel da Silva Lima
Fontes:
HALLEY, Henry H.. Manuel Bíblico. Edições Vida Nova.
Internet:           
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ein_feste_Burg_ist_unser_Gott, acesso em 30/10/2012
A imagem acima foi tirada da internet

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O APÓSTOLO PAULO CORRIGIU ABUSOS QUANTO AO USO DAS LÍNGUAS ESTRANHAS PARTE - IV

a) Línguas, como sinal do batismo com o Espírito Santo:

- Línguas dirigidas a Deus:
“Pois o que fala em língua não fala aos homens, senão a Deus. “Com efeito,  ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”

- Edifica-se a si mesmo
“Pelo que, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. Pois se eu orar em línguas, o meu espírito ora, de verdade, mas o meu entendimento fica sem fruto... (I Co 14.14)

- Não edifica o outro
“Em verdade tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado." (I Con14.17)

- Tom de voz
. Alto quando do recebimento do batismo: “Correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão... todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.” (At 2.6,11)
. Baixo, fora do âmbito do batismo: O crente dever controlar-se e falar consigo mesmo ( Co 14.28). “A energia sai furiosa da Usina de Forna, mas chega mansinha em sua casa... o poder de Deus quando vem sobre o homem, não podemos imaginar o que ele pode fazer. Devemos exercitar o falar em línguas, mas não podemos deixar de estudar a Bíblia para haver o  equilíbrio” (Pastor Antonio Gilberto). As orlas do manto do Sumo sacerdote eram adornadas com campainhas de ouro e romãs azuis que se alternavam.  As  romãs equilibravam o barulho da campainha.

Dentro do contexto acima as línguas estranhas como sinal dever ser usada de modo limitado, quando o crente estiver a sós com Deus, ou quando estiver com outros em momentos de adoração.

Deve-se parar de falar em línguas, quando alguém estiver sendo usado por Deus com uma mensagem profética e quando a mensagem da Palavra de Deus estiver sendo pregada. É errado interromper o pregador com línguas estranhas. Deus é Deus de ordem (I Co 14.40). (Saudoso Pastor Valdir Nunes Bícego).

b) Línguas, como dom de variedade de Línguas

- Esteja calado se não houver interprete, ou fale consigo mesmo ou com Deus: “Se alguém falar em línguas, faça-se isso  por dois, ou quando muito três, e por sua vez , e haja interprete.” (I co 14.27).  Aqui trata-se do dom de variedade de línguas., por isso da necessidade de interprete.

- Tom de voz:
. Alto: se houver interprete, para que todos ouçam.
. Baixo: se não houver interprete: “ (I Co 14.28)
. Limitação: no máximo três mensagens profética por culto “Se alguém falar em línguas, faça-se isso  por dois, ou quando muito três.” (I Co 29).

- Ordem: “uns depois dos outros” (I Co 14.31)

- Julgamento: “E falem dois ou três profetas e os o outros julguem.” (I Co 14.29)
“Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.” ( I Co 14.32).

Crentes e igreja podem ser edificados tanto individualmente quanto coletivamente, no uso correto das línguas estranhas, por isso devemos buscar o batismo no com o Espírito (Ef 5.18), pois este é a porta de entrada para os demais dons, inclusive do dom de variedade de línguas, que nosso bondoso Deus tem agraciado a sua amada Igreja,  Sempre deverá haver a  disciplina na casa de Deus segundo a sua Santa Palavra:  “Faça-se tudo com decência e ordem.” (I co 14.40). Devemos “procurar com zelo os melhores dons, e Deus nos mostrará um caminho  mais excelente.” (I Co 12.31): O caminho do amor: “Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tive” ( I Co 13.1).

Batismo com o Espírito Santo: A maior benção que Deus preparou para os cristãos. Assim como para as pessoas que não creem em Jesus, é primordial elas crerem no Filho de Deus, já para os que creem em Jesus, a experiência mais importante é receber o batismo no Espírito Santo.

Como filhos do amado Pai, que  não negligenciemos esta dádiva divina que Ele  nos tem concedido pela sua graça,  que possamos ser cheios da plenitude do Espírito Santo de Deus em nossas vidas, tanto para a nossa edificação pessoal quanto a nossa edificação coletiva, para que possamos cumprir a tarefa de evangelizarmos Jerusalém, Judeia, Samaria e também os confins da terra. Aleluias!


Maria Isabel da Silva Lima
FONTE:
- BIBLICA SAGRADA de Estudo Pentecostal
- Lições Bíblicas. Verdades Pentecostais. CPAD. 1o. trimestre 1998.
- Lições Bíblicas. A Pessoa e a Obra do Espírito Santo. CPAD. 1º. Trimestre de 2004.
- BANCROFT, E.H. Teologia Elementar. Imprensa Batista Regular. 1992.

O QUE É O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO E O QUE NÃO É O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO - PARTE III

O Que é o Batismo no Espírito Santo

a.  É a promessa do Pai (Jl 2.28-30; At 1.4)

b. É revestimento de poder (Lc 24.49). Refere-se ao transbordamento deste poder, ao derramamento do Espírito Santo, como a unção, falando figuradamente, que recebiam, no Antigo Testamento sacerdotes, reis e alguns profetas. (Sl 133.2). O crente fica cheio, pleno, transbordante do Espírito de Deus, quando Este desce sobre a sua vida.

c.É a virtude do Espírito Santo: (At. 1.8), é poder real, poder em ação, poder divino em operação, para o crente realizar grandes obras em nome de Cristo (At 1.8; 2.14-41; 4.31; 6.8, etc).

O falar em outras línguas ou a glossolália (gr. glossais lalo), era entre os crentes do NT, um sinal da parte de Deus para evidenciar o batismo no Espírito Santo. Esse padrão Bíblico para viver na plenitude do Espírito continua o mesmo para os dias de hoje.

O que não é o Batismo do Espírito Santo

a. Não é Salvação: os discípulos já eram salvos antes do dia do Pentecostes (Lc 22.28; 10.20; Jó 13.10; 15.3)

b. Não é Santificação: A pessoa pode ser santificada e cheia do fruto do Espírito (Gl 5.22), e, mesmo assim não falar em línguas estranhas,

c. Não é Alegria: Sentir grande alegria, ou emoção, não significa que o crente é ou haja sido batizado no Espírito Santo.

Continua...

LÍNGUAS ESTRANHAS – Manifestação do Espírito Santo na vida do crente PARTE - II

Línguas estranhas, ou Batismo no Espírito Santo, como disse Jesus (At.1.5) são operações miraculosas da graça de Deus. É algo sobrenatural, a pessoa fala uma língua que ela nunca aprendeu, nunca estudou, não conhece, pode ser uma língua dos homens ou dos anjos. Descreve o mergulhe do crente na Plenitude do Espírito Santo (At 2.4; 4.8,;  9.17).

1. A língua estranha como sinal externo inicial do batismo no Espírito Santo
Todo salvo tem o Espírito Santo, mas nem todo salvo é batizado no Espírito Santo, isto é, nem todo salvo fala em línguas estranhas. No dia do Pentecostes, o derramamento do Espírito Santo foi acompanhado por um sinal exterior bem evidente e audível: “E todos começaram a falar em outras línguas (At 2.4). Esta foi a evidência de que os discípulos haviam sido batizados no Espírito Santo. Antes do dia do Pentecostes, o Espírito Santo já havia descido sobre as vidas de várias pessoas: João Batista (Lc 1.15). Isabel (Lc 1.41), Zacarias, (Lc 1.67). No entanto, nenhum deles havia falado línguas estranhas.

2. A  língua estranha como dom:Variedade de Línguas (I Co 12. 8-10)
Porém, nem todos que são batizados no Espírito Santo possuem esse dom (I Co 12.29,30), tudo depende da soberania divina e da vontade do Espírito Santo, que reparte a cada um como quer  (I Co 12.11) e em resposta aos que procuram com zelo os melhores dons (I Co 12.31; 14.1).

- Uma mensagem dirigida para a igreja (I Co 14.5);
- É um sinal para os incrédulos (I Co 14.22)
- A interpretação faz-se necessária, para que a congregação entenda a mensagem e seja edificada. (I Co 14.5,27), que toma o mesmo valor de  profecia (I Co 14.5),
- Se não houver interprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus (I Co 14.28).
- Se  houver interprete, a igreja receberá uma mensagem profética para edificação, exortação e consolação (I Co 14.3).
-  A Palavra de Deus incentiva os cristãos que falem línguas a orem para que recebam o dom de interpretar (I Co 14.3).

3. Outras Línguas, porém falsas
A Bíblia nos adverte a não crer em todo espírito, e averiguarmos se nossas experiências espirituais procedem realmente de Deus (I Jo 4.1)
- O Espírito Santo nos dará discernimento para aceitamos somente as línguas que procedem dEle
- O Espírito Santo nos adverte que nos últimos dias surgirá apostasias dentro da igreja (I Tm 4.12)
- O Espírito Santo é Santo, portanto, quando faltar a comunhão com Deus, a obediência à Palavra de Deus e a não aceitação das Escrituras, qualquer manifestação sobrenatural não provem de Deus. (I JO 3.6-10; 4.1-3;).

Continua...

O ESPÍRITO SANTO ANTES E APÓS O PENTECOSTE - PARTE - I

Muitos erros e confusões existem em nossos dias no tocante às manifestações do Espírito Santo. Muitos equívocos têm sustentado pontos de vista errôneos à respeito desta doutrina.

O Espírito Santo pré-existiu como a Terceira Pessoa da Divindade, e nessa qualidade esteve sempre ativo. Atuou de forma marcante na criação (Sl 104.30), nas vida dos Patriarcas, dos Juízes, dos Reis, dos Profetas, capacitando-os a exercitarem importantes tarefas. Porém,  o período que antecedeu o dia de Pentecoste não foi a época de Sua atividade especial.

O Espírito Santo antes do dia de Pentecoste
Foi um período de preparação e espera, o Espirito Santo descia sobre  os homens apenas temporariamente, a fim de inspirá-los para um serviço especial, quando a tarefa terminava Ele os “deixava”. Ele não permanecia e nem habitava nos homens.

O Espírito Santo após o dia do Pentecoste
Período que se estende desde o dia do Pentecoste até os nossos dias, pode legitimamente ser chamado de dispensação do Espírito. Assim como no Antigo testamento, Deus aparecia aos homens,  e durante a vida de terrena de Jesus, Cristo habitou entre os homens, semelhantemente, após o dia do pentecoste Deus veio para habitar nos homens. Ele veio para permanecer. O dia de Pentecoste marcou o raiar de um novo dia nas relações entre o Espírito Santo e a  humanidade. Ele veio  para habitar na Igreja. Todo o trabalho eficaz que a Igreja tem feito  tem sido realizado no poder do Espírito.

Espírito Santo “batiza” o crente o Corpo de Cristo
Este ato tem lugar por ocasião da conversão, mediante o qual a pessoa se torna membro do corpo de Cristo, unindo-a esse corpo, fazendo com que ela seja um só com os demais crentes: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito” ( I Co 12. 13)

O Espírito Sela o Crente, tornando-o propriedade Sua
Este selo não é a evidência de falar em línguas estranhas, este selo é o Espírito Santo, que é dado ao crente como marca ou  evidência de que somos propriedade de Deus.  O Espírito Santo é o selo de propriedade que Deus põe sobre a minha e a sua vida,  é o carimbo divino, é a garantia da herança eterna: “Depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” ( Ef 1.13). O Espírito Santo produz no crente um caráter santo em sua personalidade. (II Co 3.18; Gl 5.22).

“Os crentes de Éfeso podiam compreender perfeitamente a ilustração do selo, pois Êfeso era porto de mar, com ativo negócio de madeiras. O comerciante em madeira vinha a Êfeso, selecionava e comprava sua madeira, e seleva-a com a marca reconhecida de que ela lhe pertencia. Frequentemente deixava sua compra no porto, juntamente com outras jangadas, para depois enviar um agente de confiança, que comparava o sinal do selo e levava a madeira que pertencia ao seu legítimo proprietário".

Continua...

sábado, 27 de outubro de 2012

TUDO O HOMEM FEZ PARA GOVERNAR BEM

Tudo o homem fez para governar bem. Diversas formas de governos foram e são testadas. Governos de formas puras ou impuras,  governo exercido para o bem de todos ou governo exercido para o bem individual ou de apenas um grupo. Podemos  observar que a realidade atual  das  nações tem mostrado que o homem não pode e não sabe governar bem, pois, eles não se submetem a Deus como Soberano e Senhor, “a Fonte de toda Autoridade”. 

A Babilônia com todo o seu poderio, grandeza e glória, devoravam tudo o que encontravam pela frente, ferozes como os Leões. Os Medos-Persas na sua grande força saíram a conquistar as maiores potencias da época, parecidos com a força dos Ursos. Os Gregos, rápidos, velozes, saíram a conquistar o mundo, incansáveis, mas cruéis como os Leopardos. Os Romanos, fortes como o ferro, esmiuçavam, devoravam e quebravam tudo como a fúria de uma Fera  (Dn 7.1-7).

Atualmente a ONU - Organização das Nações Unidas, tenta de tudo para governar bem o mundo, visando essencialmente preservar a paz e a segurança mundial, estimular a cooperação internacional na área econômica, social, cultural e humanitária, promover o respeito às liberdades individuais e aos direitos humanos, mas nem sempre com sucesso. É  importante notar que o Conselho de Segurança da ONU nem sempre consegue cumprir os seus objetivos.

Homens que tudo tentaram e tentam para governar bem, mas sem  sucesso, pois não perceberam que todo Governo Humano é “Força” e não “Poder”, “O poder pertence somente a Deus” (Sl 62.11).

Futuramente, surgirá um  governante mundial,  “bem sucedido”, poderoso, trazendo a “paz”,  a  segurança, e a prosperidade tão almejada pelas nações. Seu nome: Anticristo, o homem do pecado, o filho da perdição. (II TS 2.1.12). De repente “Quando andarem dizendo: há paz e segurança, então lhes sobrevirá uma repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (I Ts 5.3).

Mas, ainda resta uma esperança para as nações, pois: “Do tronco de Jessé brotará um rebento... A justiça será o cinto dos seus lombos...O Senhor lhe dará o trono de Davi. Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim...” (Is 11.1,5; Lc 1.32,33). Seu nome: Jesus Cristo , “Foi lhe dado o domínio, a honra e o reino; todos os povos, nações e línguas o adorarão. O seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino é o único que não será destruído”. (Dn 7.14)

Isso cumprir-se-a plenamente na dispensação Milenar, quando Jesus Cristo reinará sobre todas as nações do mundo, como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. (Ap 19.16).

Isabel Lima


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

DE ONDE VEM A MINHA SEGURANÇA?

Minha segurança não vem de “tudo” o que sei, ou de tudo que sei que não sei;

Minha segurança não vem de meus cursos Universitários e Teológicos;

Minha segurança não repousa no fato de que fui educadora,  que ensinei a outros,  tanto na vida secular como na vida cristã;

Minha segurança não vem dos meus dons e talentos que Deus me favoreceu por  seu amor e sua graça;

Porém, minha segurança vem em  ter consciência que necessito do meu esposo, da minha família, dos meus amigos, dos meus irmãos, de conhecidos e desconhecidos, enfim, necessito do "outro" para continuar a viver: Necessito do padeiro, do jornaleiro, do agricultor, do vendedor, do cobrador de ônibus, do frentista, etc; 

Minha segurança vem do fato de que sei que não sou a dona da verdade, pois,  somente Jesus é a Verdade!

Minha segurança vem da minha predisposição em saber aceitar que necessito de mudanças, que necessito melhorar como pessoa, como Filha de Deus;

Minha segurança vem em saber que a Palavra de Deus me ensina, me instrui, me molda, me corta, me faz amar, me faz perdoar, me faz ser mais misericordiosa, bondosa...

Minha segurança vem em ter a humildade em assumir que desconheço muitas coisas e necessito conhecer muitas outras;

Minha segurança vem em saber que sou um “ser inacabado”, pois “onde há vida há inacabamento”;

Minha segurança vem em saber que o Espírito de Deus está trabalhando em minha vida, moldando o meu caráter como o caráter de meu Mestre Jesus;

Minha segurança vem de minha experiência em saber que a cada dia sou mais parecida com o meu Senhor, “A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” (Pv 4.18);

Quanto mais parecida com o Filho de Deus, mais segura eu me tornarei;

Deus me faz segura!  Por amor a mim, a nós, Ele entregou o seu único e amado Filho pela minha vida, pela nossa vida: “Porque Deus amou o mundo de tal  maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jô 3;16) ...

Estou em segurança, pois Jesus é a âncora da minha vida! “Temos essa consolação como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu, onde Jesus como precursor, entrou por nós, feito sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hb 6.19-20)

Isabel Lima



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

JESUS DOAVA COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA, AMOR...

Jesus servia as pessoas, se doava, se dava. Ele se doava quando ensinava, quando pregava, quando curava, quando tinha compaixão, misericórdia, amor...“E  percorria Jesus todas as cidades e aldeias,  ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.” (Mt 9.35)

Jesus doava compaixão
Ele doou compaixão à uma mãe que perdera o único e amado filho, a viúva de Naim. E, vendo, o Senhor moveu-se de intima compaixão por ela e disse-lhe: não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam) e disse: Jovem, eu te digo: Levanta-te. E o defundo assentou-se e começou a falar. E entregou-o à sua mãe.” (Lc 7.13-15).

Jesus tem compaixão dos que sofrem. As nossas lágrimas tocam o coração do Filho de Deus. Ele continua a falar conosco como falou com aquela pobre mãe: Não chores, filho amado!. Porém, será que o sofrimento alheio tem tocado o nosso coração? “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus(Fp 2,5).

Jesus doava misericórdia
Ele doou misericórdia a uma mulher que foi apanhada em adultério. Jesus não deu a mulher o que a Lei de Moisés ordenava como “pagamento” por este ato, mas deu a ela sua misericórdia infinita. “E os escribas e fariseus trouxeram uma mulher apanhada em adultério. E, pondo-a o meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na Lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu pois o que dizes?... endireitou-se e disse-lhe: Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela... Quando ouviram isso saíram um a um... E, endireitando-se e não vendo ninguém mais do que a mulher disse-lhe: Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?... Nem eu também te condeno; vais e não peques mais”. (Jo 8.1-11). Jesus ainda deu a ela o status e a honra de ser chamado de “mulher”, deu a  ela a misericórdia ao invés do julgamento, Ele aliviou a alma cansada e oprimida daquela mulher. E nós, o que temos dado ao nosso próximo quando peca,  a misericordia ou o julgamento?“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus (Fp 2,5).

Jesus doava amor
Quando Jesus esteve na terra, entre os homem,  o que Ele mais doou foi “amor”. Doou amor a  ricos e a pobres, doou amor ao povo judeu e ao povo gentil,  doou amor a homens, mulheres e crianças, doou amor aos doentes,  doou amor aos eruditos e aos menos instruídos, doou amor aos perturbados de espíritos, doou amor aos pecadores,  doou amor aos párias da sociedade (os que estão à parte, à margem), etc. O amor de Jesus transcendia a distinções étnicas, raciais, nacionais, sociais e sexuais. Jesus soube amar o próximo: ensinando, pregando, curando, alimentando, ressuscitando, ouvindo, compreendendo, perdoando... Jesus andou em “caminhos de amor”. “Ninguém tem maior amor do que este: de dar a sua vida pelos seus amigos.Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos  mando” (Jo 15.13,14).

O que temos doado à nossa família, aos nossos irmãos, aos nossos colegas, aos nossos conhecidos e desconhecidos, aos nossos amigos e inimigos? O que temos doado a eles? Jesus tinha um coração sensível e amoroso: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus.” (Fp 2,5). 


Isabel Lima
Copyright

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O GOVERNO, O CRISTÃO, A IGREJA E A POLÍTICA - PARTE - VI

O MILÊNIO -  O GOVERNO UNIVERSAL DE CRISTO

6.1  Definição de Milênio
É um período de  mil  anos, durante o qual Cristo há de Governar plenamente sobre o mundo. (Ap 20.1-5)

6.2 Jesus reinará sobre o Trono de Davi - Lc 1.32,33
   - Como Rei  dos Reis e Senhor dos Senhores (Ap 19.16)
   - Ele será o alvo das atenções (Zc 8.20-22)
   - Todos quererão vê-lo (Is 2.2-4; 17:7)

6.3 Jerusalém será a Sede do Governo mundial de  Cristo
      (Is 2.2; 60.1-3; 62.4; 66.20; Mq 4.8,13)
   
6.4 Caravanas das nações irão à Jerusalém buscar o Senhor, sua Palavra, sua
      benção (Is 2.3; Zc 8.20-23)

6.5 O Domínio de Cristo sobre os Reinos deste Mundo (Ap 11.15)
“O Reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre”.

6.6 O Governo de Cristo será de ordem Universal (Zc 14.9)
  
6.7 Governará com justiça e equidade (Is 11.4,5)

6.8 Características do Reino Milenar
- Grande derramamento do Espírito (Ez 36.27; 39.29; Zc 12.10);
- Pleno conhecimento de Deus (Jr 31.34; Is 11.9); 
- O Evangelho será conhecido em todo o Mundo (Is 2:3/11:9);
- Não haverá idolatria (Is 2.18; 17.8);
- Haverá abundância de Salvação (Is 33.6; 62.1; Zc 8.13;  9.16 );
- Haverá Paz Universal (Is 2.4; 54.13; 65.22);
- Não haverá violência (60.18);
- Haverá prosperidade para todos (Is 65.21,22; Mq 4.4/Zc 3.10);  
- Plena recuperação ecológica da Terra (Is 35.1,2,6,7; 29.17);
- Não haverá fome (Ez 36:29-30/Am 9.13-14; Zc 8.21);
- Longevidade para o ser humano (Is 65.19-21; 33.24);
- Abundante saúde física e mental  (Is 33.24; 35. 3-6);
- Haverá mortes em proporções reduzidas – Is 65.20;
- Será eliminado o instinto de ferocidade dos animais (Is11.6-9; 35.9).


6.9 O Povo de Israel no Milênio
- Serão mensageiros do Rei – (Is 14.1,2, 65.6/);
- Serão uma benção para todos (Zc 8.23);
- Sua  Glória e a Grandeza serão restaurada (Is 30.1-22; 62.8-13); 
- Estarão de posse de todo  o território que o Senhor prometeu a Abrão;
(do Mediterrâneo ao Rio Eufrates) (Gn 15.18; Ex 23.31; Ez 48.1-35).

6.10 Onde estará a Igreja durante o Milênio?
        - Na Jerusalém Celestial (Hb 11.10,16; 12.21-22; Ap 21.1-27);
        - Ela descerá do Céu e pairará nas alturas, sobre a Jerusalém terrestre (Is 2.2; Mq 4.1);
        - A glória e o esplendor da  Jerusalém celeste iluminará a Jerusalém terrestre e seu
             templo (Is 4.5; 24.23; Ez 43. 2-5).
             
6.11  No final do Milênio Satanás será solto por um pouco de tempo
        (Ap 20.7-9,8).
    
6.12  No final desse breve período Satanás será novamente preso e lançado
         no Inferno (Ap 20.10)


CONCLUSÃO

Tudo o homem fez para governar bem. Diversas formas de governos foram e são testadas: República, Monarquia, Anarquia. Governos de formas puras ou impuras: governo exercido para o bem de todos ou governo exercido para o bem individual ou de apenas um grupo. Podemos  observar que a realidade atual  das  nações tem mostrado que o homem não pode e não sabe governar bem, pois, eles não se submeterem e não se submetem a Deus como Soberano e Senhor, “a Fonte de toda Autoridade”. 

Os Babilônicos, com todo o seu poderio, grandeza e glória, devoravam tudo o que encontravam pela frente, ferozes como os Leões. Os Medos-Persas, na sua grande força, saíram a conquistar as maiores potencias da época, parecidos com a força dos Ursos. Os Gregos, rápidos, velozes, saíram a conquistar o mundo, incansáveis, mas cruéis como os Leopardos. Os Romanos, fortes como o ferro, esmiuçavam, devoravam, quebravam tudo como a fúria de uma Fera  (Dn 7.1-7).

Atualmente a Onu (Organização das Nações Unidas), tenta de tudo para governar bem o mundo, visando essencialmente preservar a paz e a segurança mundial, estimular a cooperação internacional na área econômica, social, cultural e humanitária, promover o respeito às liberdades individuais e aos direitos humanos, mas nem sempre com sucesso. É  importante notar que o Conselho de Segurança da ONU nem sempre cumpri o seu objetivo. Em 1963 por exemplo, não conseguiram evitar que E.U.A interviessem na Guerra do Vietnam, atualmente também não houve sucesso para evitar a guerra entre E.U.A e Iraque.

Homens que tudo tentaram e tentam para governarem bem, mas sem  sucesso, pois não perceberam que todo Governo Humano é “Força” e não “Poder”, “O poder pertence somente a Deus” (Sl 62.11).

Futuramente, surgirá um  governante mundial,  “bem sucedido”, poderoso, trazendo a “paz”,  a  segurança, e a prosperidade tão almejada pelas nações. Seu nome: Anticristo, o homem do pecado, o filho da perdição. (II TS 2.1.12). De repente “Quando andarem dizendo: há paz e segurança, então lhes sobrevirá uma repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão” (I Ts 5.3).

Mas, ainda resta uma esperança para as nações, pois,  a Bíblia nos diz que: “Do tronco de Jessé brotará um rebento... A justiça será o cinto dos seus lombos...O Senhor lhe dará o trono de Davi. Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim...” (Is 11.1,5; Lc 1.32,33). Seu nome: Jesus Cristo , “Foi lhe dado o domínio, a honra e o reino; todos os povos, nações e línguas o adorarão. O seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino é o único que não lhe será destruído”. (Dn 7.14)

 Isso cumprir-se-a plenamente na dipensação Milenar, quando Jesus Cristo, reinará sobre todas as nações do mundo, como “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. (Ap 19.16).


Elaborado por:
Maria Isabel da Silva Lima
Copyright: proibida a cópia, reprodução, distribuição, exibição, criação de obras derivadas e uso comercial sem a prévia permissão do autor.

FONTE:
- BIBLICA SAGRADA, nas seguintes versões: Estudo Pentecostal, Profecias, Thompson.
- BÍCEGO, Valdir Nunes. O Cristão e a Política. (Apostila de Curso)
- GILBERTO, Antonio. Escatologia Bíblica. (Apostila de Curso)
- OLSON, N. Laurence. O Plano Divino Através dos Séculos. 6.ed. Rio de Janeiro. Casa Publicadora da
  Assembléia de Deus.1981. p. 53-56.
- PEALMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. Editora Vida. 1997. p.112-113
- SANTOS, Maria Januária Vilela. História Geral. p. 76-77,84
- HARLEY,  Henry H. Manual Bíblico. 4.ed. São Paulo.1994. p. 672-673
- Lições Bíblicas Jovens e Adultos: 
  Ética Cristã. CPAD. 2o. trimestre 1988. p. 20-23. 3o. trimestre de 2002. p. 90-96.
  Salvação e Justificação. CPAD. 1o. trimestre de  2006. p. 68-74.
  A Igreja e a Obra Missionária. CPAD. 3o. trimestre de 1990. p. 28-30.
  Igreja, Projeto de Deus. CPAD. 4o. trimestre de 1998. p. 83-89.
  Romanos, o Evangelho da Justiça de Deus. CPAD. 2o. trimestre de 1998. p. 75-81.
  Sal e Luz. CPAD. 4o. trimestre de 1996. p. 26-32. CPAD
- Artigos da Internet:
  GUIMARÃES, Jabesmar A. Sujeição às Autoridades.
  FISHER, Gary. A Relação do Cristão com o Governo. Dispensações
http://.www.estudosdabiblia.net/d9.html. Acesso em: 02 mac 2006.



O GOVERNO, O CRISTÃO, A IGREJA E A POLÍTICA - PARTE - V

A IGREJA E A POLÍTICA

5.1 A Igreja na qualidade de Organismo Vivo
A Igreja é o corpo místico de Cristo, do qual Ele é a Cabeça viva e  os crentes regenerados são seus membros (I Co 12.12,13; Ef 1.22,23). Essa Igreja espiritual e invisível aqui na terra,   não precisa de homem nenhum para defendê-la,  “As portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt 16.18), Essa é uma promessa e uma afirmação do próprio Jesus.

5.2  A Igreja Local, na qualidade de organização, pode sofrer com os maus políticos
A Igreja local, onde a vida cristã é exercida, que possui um templo, um Líder, que é  formada de pessoas físicas (At 16.5), que possui estatuto próprio, com o nome na lista telefônica da cidade, com conta bancárias e sujeita às leis do País, essa Igreja visível aqui na terra, composta como Pessoa Jurídica, necessita de representantes cristãos junto ao Poder Publico.

Se os membros das Igrejas Evangélicas, na qualidade de cidadãos da terra, não colocarem homem justos e honestos no poder,  que têm compromisso com a Palavra de Deus, que não sancionem Leis antibíblicas como: homossexualismo, eutanásia, aborto, pena de morte, cassinos, etc, com certeza,  incrédulos elegerão seus representantes: “Homens avarentos, homicidas, enganosos, soberbos, presunçosos, inventores de males, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia”.  (Rm 1.29-32).

OBS.: A Igreja Local não deve se unir ao Estado, nem seus Ministros Evangélicos devem fazer parte da Política. Quanto, a seus membros, nada existe na  Bíblia que os proíba  de envolver-se com a política.  O crente que tem o talento para a política, pode e deve fazer parte da bancada evangélica no Congresso Nacional.

5.3 A União da Igreja com o Império Romano
O  maior prejuízo que a Igreja do Senhor sofreu através dos séculos, teve inicio quando o Imperador Romano Constantino (306-337) aderiu  ao cristianismo. No decurso de suas guerras contra os rivais, para se firmar no trono, em 27 de outubro de 312. viu no céu, acima do sol poente, a figura de uma cruz, e sobre esta, as palavras: “Por este sinal vencerá”, decidiu combater sob a bandeira de Cristo e ganhou a batalha. Isto mudou o curso da História do Cristianismo

5.3.1  Imperador Constantino e os Cristãos
-  Constantino mandou parar as perseguições aos cristãos;
-  Concedeu plena liberdade de seguir a religião que cada um aprouvesse;
-  Deu-lhes os principais cargos;
-  Isentou ministros cristãos de impostos e do serviço militar;
-  Incentivou e ajudou na construção das primeiras basílicas cristãs: entre outras a de São
   Pedro (Vaticano);
-  Encomendou a feitura de 50 Bíblias para as igrejas de Constantinopla;
-  Fez do dia de reunião dos cristãos, o domingo, dia de descanso;
-  Fez do cristianismo a religião de sua corte;
-  Expediu uma exortação geral, em 325, a todos os súditos que abraçassem o cristianismo,
   opção voluntária, não obrigatória;
-  Foram abolidas a escravidão, os combates de gladiadores, a morte de crianças indesejáveis, a crucificação como gênero de pena de morte.

5.3.2  As Conseqüências da União da Igreja com o Império Romano
Foi no reinado do Imperador Teodósio (379-395), que as conseqüência da união da igreja e com o Império Romano apareceram:
- Tornou-se obrigatório a cada cidadão fazer parte da igreja. Foi isso a PIOR CALAMIDADE que já sobreveio à Igreja de Jesus Cristo;
-  Conversões forçadas  enchiam as igrejas de gente não regenerada;
-  Entra na igreja o espírito militar de Roma:
   . Supressão à força de todas as outras religiões
   . Proibi-se o culto à ídolos
   . Templos pagãos são derrubados pelos cristãos, havendo derramamento de muito sangue

5.3.3  A Igreja Imperial era muito diferente da  Igreja Perseguida
A Igreja Imperial dos séculos 4o. e 5o. tornou-se uma instituição totalmente diferente da igreja perseguida dos três primeiros séculos:
- O Culto, antes singelo, passa agora a ser cerimônias complicadas, majestosas,
   imponentes, com todo o esplendor, próprio dos templos pagãos;
-  Os Ministros tornaram-se Sacerdotes;
-  Torna-se lei o celibato na Igreja Romana;
-  Conversão nominal dos guerreiros  bárbaros;
-  Bispo de Roma (cerca 500 d.C ) torna-se bispo de toda a Igreja (desenvolvimento gradual
   do papado.). Primeiro Papa Gregório I (590-604 d.C);
- Pouco a pouco, mudam-se as doutrinas Bíblicas essências, no diz respeito ao culto, a salvação, a adoração, e a disciplina (celibato, papado, adoração e veneração a Maria, purgatório, batismo infantil, salvação pela obras, etc);
- Hoje a Igreja Romana de cristã só tem o nome, por isso, entendemos que a independência entre a Igreja e o Estado deve ser absoluta.

5.4 Um Político Crente, pode Influenciar na Política Nacional, a favor da Igreja de
      Cristo
Exemplos: Rainha Ester - mulher do Rei Assuero, intercedeu a favor de seu povo, os
                  Judeus,  para que não fossem mortos  (Et caps 3 a 8);
                  José de Arimatéia - Intercedeu junto as autoridades romanas a favor do corpo
                  de Jesus (Mc 15.43);
                  José - preservou a vida e a sucessão de seus familiares (povo de Israel), quando houve
                  fome na terra (Gn 45.5-8). 

(Continua....)_